FINE ART
  
FINE ART
Existe arte, Existe fotografia, Existe impressão, mas o termo “fine art” tem diferentes significados para cada uma dessas categorias…

“Fine Arts”, ou as belas artes, abrangem as formas de arte desenvolvidas principalmente visando à estética/conceito, em vez de sua aplicação prática. Hoje, nos institutos de ensino ou museus especializados em arte, frequentemente o termo “fine arts” está associado exclusivamente às formas de artes visuais.

“Fine Art Photography” refere-se às fotografias que são criadas para expressar a visão criativa do artista. Esta fotografia de arte está em contraste com fotojornalismo e fotografia comercial. Fotojornalismo oferece suporte visual para as histórias, principalmente na mídia impressa, e a fotografia comercial geralmente se destina a ilustrar produtos a serem vendidos.

O trabalho de Ansel Adams em Yosemite e Yellowstone fornece um exemplo claro. Adams foi um dos mais reconhecidos fotógrafos do século 20, e um promotor ávido do conceito de conservação ambiental e ecológica. Embora seu foco principal tenha sido a fotografia documental como arte, seu trabalho aumentou a consciência pública da beleza da Serra Nevada e ajudou a construir um apoio político adequado para a sua proteção.



“Impressão fine Art” é um termo técnico, que tem significado abrangente, com ênfase na longevidade, conservação e preservação da obra de arte ou fotografia. A preocupação existia quando se imprimia quimicamente (com uso dos banhos de selênio nas cópias), e certamente é importante agora, com as exigências museológicas mais recentes. Para que uma impressão seja considerada de padrão fine art, tanto os papéis (geralmente de fibras de algodão ou alfa celulose) quanto as tintas de pigmento mineral costumam ser certificados e normatizados.

Pela fotografia fine art, mais do que qualquer questão técnica envolvida, imaginamos que seja a cópia fotográfica na qual o fotógrafo/artista consegue obter a expressão mais legítima e acurada desejada por ele. É a cópia onde todos os parâmetros como corte, contraste, densidade, luz, escala, tipo de papel, etc., após serem criteriosamente escolhidos, devem gerar uma cópia que tende à perfeição.